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Posts Tagged ‘pecadinho’

É possível ser cristão verdadeiro e ser um grande pecador ao mesmo tempo? Como ser honesto e íntegro consigo mesmo e ainda se considerar um seguidor de Cristo? Dá para continuar no Caminho e andar após tantos tropeços? Para começar a responder essas perguntas é bom lembrar que NINGUÉM, exceto o próprio Cristo, viveu uma vida de perfeita obediência à vontade do Pai. Quem se acha perfeitamente santo se faz arrogante fariseu. Todos os homens estão contaminados pelo pecado. Somos doentes espiritualmente e necessitamos do Jesus Médico, estamos perdidos e precisamos do Jesus o Pastor que orienta para a direção certa. Cristo, e somente Ele, nunca confessou pecados nem pediu perdão ao Pai. Mas nos ensinou a fazer isto, sempre.

Quanto mais nos aproximamos e conhecemos Deus mais nos sentimos pecadores. Quanto mais nos aproximamos de Cristo, neste mundo caído, mais nos sentimos terríveis pecadores. Os cristãos mais santos que existiram se sentiam os mais distante da perfeita santidade de Cristo. Os discípulos que andaram juntos com Cristo por anos, que experimentaram uma extraordinária santificação, normalmente se desentendiam e brigavam entre si.

O que o Inimigo de nossas almas mais quer é que recuemos em perseverar na fé e que nos consideremos indignos ao ponto de não sermos honrados para sermos chamados de cristãos, mas ninguém é digno de ser chamado cristão, isso é graça! O cristão é um miserável verme pecador, só que, com sua imensa dívida paga com o preciso sangue de Cristo. Porém, o pecado nos faz sofrer, pois entristece o Espírito Santo, que por sua vez incomoda a nossa consciência. Essa é a verdade. Temos uma luta interna. Quem diz que não tem esse conflito é um grande mentiroso.

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Zwinglio – O diferente

De fato, Ulrich Zuínglio, foi um reformador eclesiástico diferenciado em vários aspectos. Segundo o professor Henri Strohl, estudioso da Reforma Protestante, Zuínglio gostava de ressaltar sua independência teológica dos outros reformadores, nas palavras de Strohl: “[Zuínglio] gostava de frisar que encontrara seus princípios reformadores independentemente de Lutero. Na verdade não houve relação de discípulo e mestre entre os dois”.

Henri Strohl diz muito mais coisas sobre Zuínglio em seu livro “O Pensamento da Reforma” publicado no Brasil pela Editora Aste. Strohl destaca de forma direta a força independente do reformador de Zurique: “Zuínglio sentia-se credenciado a afirmar idéias próprias, mesmo que contrárias às de Lutero”. Embora ambos concordassem em muitos pontos doutrinários comuns a Reforma, uma de suas marcas mais fortes, certamente, era a independência.

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Vale para calvinistas e arminianas

Já que o mercado tá escasso de mulheres de bom gosto, apele merrmão!!

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