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Posts Tagged ‘luterana’

Luteranos e sua vida social

Luteranos e sua fé na vida social

“Qual é a relação entre as doutrinas da justificação e santificação, e a ética luterana?”

Para responder a essa pergunta, três tópicos devem ser analisados e devidamente sintetizados. Em primeiro lugar, tanto justificação e santificação deve ser definidos, comparando e contrastando-os uns com os outros. A segunda é que a forma da vida cristã santificada deve ser explorada e descrita. O último tópico é explicar a sua relação com a ética.

“Justificativa” é geralmente definida como a explicação ou razão para uma determinada ação ou ocorrência. Por exemplo, a minha “justificativa” para estar atrasado para a aula pode ser que foi um acidente de carro na minha frente na estrada que tornou a viagem excepcionalmente longa. No caso do cristão, a “justificativa” que necessitamos é a razão pela qual somos capazes de permanecer como seres humanos pecadores diante de um Deus perfeitamente justo, essa razão é chamada de “justificação”, porque somos justificados em por uma razão aceitável (aceitável para Deus, no nosso caso). Para evoluir a este ponto, os seres humanos são justificados diante de Deus porque o que Filho encarnado do Pai, Jesus de Nazaré, fez através de sua vida e morte expiatória. Esta “justificação” não é em qualquer forma merecida pela humanidade, mas é oferecida gratuitamente aos seres humanos por Deus. Os seres humanos se apropriam para si mesmos os benefícios desta oferta, isto é, ser capaz de estar diante de Deus, apesar de nossa pecaminosidade, apenas pela confiança nEle. Esta confiança é criada em nós pelo próprio Deus Espírito Santo, quando a mensagem desta “justificação”, a boa notícia ou Evangelho de Jesus, é pregada ou ensinada. Desta forma, podemos dizer que a justificação é oferecida pela misericórdia de Deus, Somente pela Graça (Sola Gratia), e apropriada pela confiança, ou, somente pela fé (Sola Fide). Assim, “justificação” é o “caminho” cristão para a relação estabelecida entre todos os seres humanos e Deus por Jesus, em um sentido, e entre os seres humanos individualmente e Deus pela confiança em Jesus, de uma forma mais particular.

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O protestantismo teve interpretações diferentes sobre o uso do entretenimento pelo cristão. Abaixo conheça a posição luterana sobre esses dois elementos de entretenimento.

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O “Livro de Concórdia”, ou “Fórmula de Concórdia”, é um documento oficial e confessional que os luteranos têm como base interpretativa das Escrituras oficial de questões que foram polêmicas entre os luteranos no século XVI e ressoam até hoje entre as congregações e paróquias luteranas pelo mundo. Este documento é fruto de décadas de debates de luteranos de vertentes e pensamentos diferentes, que aconteceu no século XVI, aonde foram definidos pontos de Concordância (Concórdia) entre os cristãos adeptos da fé luterana.

Conheça abaixo a Fórmula de Concórdia das Igrejas Luteranas, texto extraído e adaptado do blog Teoligado: (mais…)

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Neste programa da Cristo Para Todos, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, uma reflexão de algumas pessoas que têm a Bíblia como regra de fé e prática sobre o assunto. Confiram:

 

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“um homem que é justificado ainda não é um homem justo, mas está no próprio processo de mover-se em direção à justiça” – Martinho Lutero.

A definição de Legalismo que uso aqui é a popular, que é tentar se salvar, ou ser melhor que os outros, através da Lei.

Muito jovens e adolescentes estão sendo atraídos pelo legalismo, por regras rígidas de comportamento, de culto religioso, de pensamento político, enfim, eles parecem confusos neste mundo confuso e se deixando levar por propostas que aparentemente traduzem a religião cristã, com suas propostas regeneradoras e transformadoras de santidade, em algo muito mais estreito do que já é, para que (teoricamente) só um grupo muito pequeno de pessoas possa ser salvo, mas que na verdade fogem da santidade bíblica, mas pregam um ascetismo impossível de ser cumprido, ou seja, com regras não unânimes e concordes entre elas, ignoram o Evangelho, a História da Igreja e colocam regras que só levam à perdição, não à salvação.. Além do fato de que cada sub-grupo legalista tem suas regras próprias, ou seja, é impossível evoluir segundo o legalismo.

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Pós-modernidade odeia rótulos. Geração mimimi.

Nesses tempos loucos da pós-modernidade, abraçar uma verdade, ter uma convicção, compartilhar essa convicção com as pessoas é algo que chega a ser muito ofensivo para muitas pessoas mais acostumadas ao relativismo e que acreditam que não se deve haver “verdades absolutas”, por isso qualquer “rótulo” ou nomenclatura para se definir um conceito ou uma crença deve ser combatido em nome da “diversidade”, ou da “unidade”, defesa comum entre nós evangélicos. Na prática, isso quer dizer que os cristãos não devem ter rótulos, até mesmo o rótulo “cristão”, que é bíblico (Atos 11:26), tem ofendido a muitos que se dizem acima do cristianismo histórico que acreditam que nem esse rótulo deva ser usado entre os crentes em Jesus, para que se respeite o humanismo, a diversidade e a diversidade que nossa sociedade secular e descompromissada com as coisa prega tanto.

Nem vou me alongar nesse assunto. A pós-modernidade está errada, como o Mundo sempre esteve errado, porque nunca quis se curvar à vontade de Deus e sempre pregou contra aquilo que Deus diz e a favor do pecado. Este texto tem a intenção de resolver alguns pontos mal entendidos pelos críticos do protestantismo por causa de nossa nomenclatura.

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A gente zoa, trolla, tira um sarro, mas evitem sentir raiva das pessoas que falam heresias, tentem avaliar se a pessoa é mesmo mal-intencionada, ou se ela apenas está equivocada, se apenas não tem conhecimento bíblico e por isso fala besteira.

Se der para identificar que a pessoa é mesmo mal intencionada, é falsa no cristianismo, nosso papel é evitar pessoas assim e alertar os irmãos contra os falsos profetas, mas tomar cuidado que nós também não sejamos condenáveis em nossas reações. Os apóstolos e profetas, inspirados pelo Espírito comentaram, condenaram, até mesmo xingaram os falsos irmãos, mas tomavam cuidado por eles mesmos, para avaliarem conforme a Palavra de Deus. Devemos condenar essas heresias e desaconselhar sim o envolvimento com os falsos profetas, como a Bíblia diz, mas também orar por esses “inimigos”, como também a Bíblia diz, evitar um sentimento impuro, ou mesmo pecaminoso, por essas pessoas. Deus é justo quando odeia e misericordioso quando ama, nós somos pecadores, não temos esse equilíbrio, por isso é bom evitar as obras da carne e frutificar conforme o fruto do Espírito nesses casos, mesmo odiando as heresias e abominações que tais falsos profetas cometem. Não sabemos os planos de Deus para eles, Deus pode se apiedar e salvar algum deles. Vamos ser vigilantes.

Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. Romanos 12:18
Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.
Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.  Gálatas 5:19-23
Se identificarmos que a pessoa é equivocada, não é conhecedora da Bíblia, então nossa atitude pode ser diferente. Podemos acolher o mais fraco, ajudar a entender melhor as coisas de Deus e está aí uma boa oportunidade de ajudar a Igreja a se edificar e levar pessoas a um relacionamento mais profundo com Jesus. Podemos sim tirar um sarro da burrada, condenar a atitude errada, alertar para o erro, mas tomar cuidado que nosso coração não seja condenável.

Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem. Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. São estas coisas que contaminam o homem. Mateus 15:18-20
Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. 1 Timóteo 1:5

Temos que tomar cuidado com as sentenças que damos às pessoas. Sejamos justos, vamos combater a heresia e o pecado, mas com o coração puro e cheio de amor pelos perdidos, para quem cheguem ao conhecimento da Verdade, como a nós também foi revelada pelo Espírito Santo.

Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. (João 7:24)
Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas.
Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo.
Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos.
Filhinhos, escrevo-vos, porque pelo seu nome vos são perdoados os pecados. 
1 João 2:9-12

Ah! Sobre o título.. Não estou entrando na onda do Rick Warren, ok? Foi só para chamar atenção mesmo.. hehehe.

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