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rosalutero

O “Livro de Concórdia”, ou “Fórmula de Concórdia”, é um documento oficial e confessional que os luteranos têm como base interpretativa das Escrituras oficial de questões que foram polêmicas entre os luteranos no século XVI e ressoam até hoje entre as congregações e paróquias luteranas pelo mundo. Este documento é fruto de décadas de debates de luteranos de vertentes e pensamentos diferentes, que aconteceu no século XVI, aonde foram definidos pontos de Concordância (Concórdia) entre os cristãos adeptos da fé luterana.

Conheça abaixo a Fórmula de Concórdia das Igrejas Luteranas, texto extraído e adaptado do blog Teoligado: (mais…)

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Neste programa da Cristo Para Todos, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, uma reflexão de algumas pessoas que têm a Bíblia como regra de fé e prática sobre o assunto. Confiram:

 

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Ainda é difícil de entender direito o porque, mas toda vez que uma pessoa se identifica como *Calvinista entre evangélicos, as reações são quase sempre de repulsa, estranhamento, preconceito e até mesmo de agressividade. Parece que o simples fato de levantar uma bandeira hoje, nesses tempos pós-modernos onde relativismo é lei, inclusive entre cristãos, ofende qualquer “cidadão de bem”, geralmente resistente a qualquer alteração de status quo social vigente. Não estou fazendo “vitimismo” com os calvinistaa, até porque atualmente sou luterano e biblicamente a aceitação ou não do calvinismo não é relevante para a salvação. Calvinismo é uma fortíssima forma bíblica de pensar o cristianismo, considerada a mais bíblica pelos seus adeptos (por isso aderem ao calvinismo.. Dã!), mas o fato é que a salvação é totalmente pela graça (Ef. 2:8-10) e que somos iguais perante o Senhor Deus (Atos 10:34/ Rom 3:23), então a tentativa de ser mais bíblico ou mais “santo” não torna ninguém mais agradável a Deus, nem superior a ninguém, pois todos precisamos da graça comum, distribuída a todos, e da graça salvadora do Senhor, distribuída a seus eleitos que em nada têm algum mérito para isso para que se possa comparar com outra pessoa.

Eu vejo que hoje ser “calvinista” ou “neo-calvinista” é até uma moda entre evangélicos brasileiros, principalmente entre universitários que estão em plena efervecência acadêmica e se encantam com os argumentos dos teólogos calvinistas. Talvez por ser moda, muitos estão usando a fé reformada como forma de auto-afirmação, sendo arrogantes e agressivos com os outros, mostrando que eles estão certos e todos os outros estão errados. Vejo muito disso em redes sociais, blogs, etc.. Confesso que isso me irrita muito também..

Muitos, querendo não tomar parte dessa briga idiota toda entre variantes teológicas que podem coexistir muito bem, mesmo sendo opostas e opostas entre si (o cristianismo encanta pela diversidade, não?), dizem que são “neutros” e usam a passagem bíblica onde Paulo repreende os coríntios que conflitavam entre si sobre quem seria o melhor pregador e se diziam discípulos do que consideravam melhor, fosse Paulo, fosse Apolo. Segue abaixo a repreensão de Paulo:

Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?

Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um? (1 Cor 3:4,5)

Dizem que ao tomar partido entre Calvinismo e Arminianismo, estamos nos comportando como os coríntios que tinham esse tipo de divisão. Bom, essa não é a verdade. Vejamos.

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Extraído de: O Tempora! O Mores!
 
 
Em sua recente entrevista à revista VEJA, Rob Bell usou a declaração bíblica “Deus é amor” como argumento para embasar sua expectativa de que ao final todos os seres humanos serão salvos.

Não quero aqui repetir as observações que fiz à tal entrevista em post anterior. Vou me concentrar apenas numa análise crítica do uso desta frase “Deus é amor” por Rob Bell e seus seguidores.

Vou começar lembrando que antes de Rob Bell outros já usaram esta expressão bíblica (1Jo 4.8 e 16) para defender ideias estranhas. Cito particularmente os defensores do teísmo aberto ou da teologia relacional. Para eles, o atributo mais importante de Deus é o amor. Todos os demais estão subordinados a este. Richard Rice, um proponente do teísmo aberto, em seu artigo “Biblical Support for a New Perspective” [“Base Bíblia para uma Nova Perspectiva”] publicado num livro de teístas abertos cita um leque eclético de neo-ortodoxos e liberais, tais como Heschel, Barth, Brunner, Kasper e Pannenberg para apoiá-lo na afirmação que o amor “é mais importante que todos os outros atributos de Deus”, até mesmo “mais fundamental… O amor é a essência da realidade divina, a fonte básica da qual se originam todos os atributos de Deus.” 

Com base neste conceito da predominância do amor, eles negam que Deus conheça o futuro, pois seu amor o impede de limitar a liberdade de suas criaturas de qualquer modo ou maneira. Deus é amor, e isto significa que ele é sensível para com suas criaturas e que constrói o futuro junto com as decisões delas. O futuro, portanto, é sempre aberto e indeterminado. Nem Deus o conhece, pois em nome do amor abriu mão da sua onisciência. (mais…)

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Ulrich Zwingli - Reformador Suiço anterior a João Calvino

Ulrich Zwingli – Reformador Suiço anterior a João Calvino

A REFORMA ZUINGLIANA

A Suíça, ao tempo da Reforma, já era o território mais livre da Europa, embora fizesse parte do Santo Império Romano. As cidades Suíças eram importantes centros de cultura e nelas se instalou também o humanismo, que foi fundamental à Reforma Suíça. Foi em Basileia que Erasmo editou o seu Novo Testamento grego, o qual serviu de base à tradução de Lutero.

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Pós-modernidade odeia rótulos. Geração mimimi.

Nesses tempos loucos da pós-modernidade, abraçar uma verdade, ter uma convicção, compartilhar essa convicção com as pessoas é algo que chega a ser muito ofensivo para muitas pessoas mais acostumadas ao relativismo e que acreditam que não se deve haver “verdades absolutas”, por isso qualquer “rótulo” ou nomenclatura para se definir um conceito ou uma crença deve ser combatido em nome da “diversidade”, ou da “unidade”, defesa comum entre nós evangélicos. Na prática, isso quer dizer que os cristãos não devem ter rótulos, até mesmo o rótulo “cristão”, que é bíblico (Atos 11:26), tem ofendido a muitos que se dizem acima do cristianismo histórico que acreditam que nem esse rótulo deva ser usado entre os crentes em Jesus, para que se respeite o humanismo, a diversidade e a diversidade que nossa sociedade secular e descompromissada com as coisa prega tanto.

Nem vou me alongar nesse assunto. A pós-modernidade está errada, como o Mundo sempre esteve errado, porque nunca quis se curvar à vontade de Deus e sempre pregou contra aquilo que Deus diz e a favor do pecado. Este texto tem a intenção de resolver alguns pontos mal entendidos pelos críticos do protestantismo por causa de nossa nomenclatura.

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Às vezes esquecemos o básico e queremos resolver equações mais complicadas

Fazer grandes coisas por meios imperceptíveis, eis a lei de Deus.

Merle D’Albigné

 

Uma nova Reforma acontecerá não com um Martinho Lutero ou um grande líder mundial carismático mas com milhares de cristãos simples com o espírito cooperador de Lutero. Deus deseja verdadeiros colaboradores. Lutero, Calvino, Knox, Edwards, Spurgeon e outros tiveram sua valiosa importância para Deus e para o mundo como grandes líderes cristãos, mas um servo de Cristo não trabalha primordialmente  para se destacar como um grande líder reformador, apenas faz seu trabalho com a motivação correta de glorificar a Deus, como os reformadores fizeram, se Deus em sua graça quiser exaltar um dos seus servos, isso pertence só a Sua soberana vontade. Os grandes reformadores não trabalharam para tornarem-se grandes por si, mas tão somente viveram de acordo com a vontade de Deus, através do sacrifício, da fé, da humildade, da disciplina e motivação correta, daí puderam ser úteis para Deus no mundo, e seus frutos permanecem.

Neste exato momento o Espírito Santo está se movendo sobre todas as nações e levantando um novo exército de pessoas comuns, de simples discípulos, de obreiros normais, de somente servos. Milhares de homens e mulheres, apenas simples seguidores de Cristo levaram, levam e levarão a Palavra de Salvação para pessoas em todos os lugares. Como ouvirão se não há quem pregue?  Aqueles que levam a mensagem da Cruz de modo humilde e anônimo têm o poder de levar a Palavra do Salvador onde ninguém levou. O Senhor quer trabalhadores comuns que façam sua parte sem desejar destacarem-se por isso, mas que tão-somente cumpram sua tarefa, missão e chamado. Deus pode fazer nascer uma comunidade cristã em um dia ou em uma semana ou um mês, o que normalmente levaria um ano aos olhos de incrédulos. Deus levanta pessoas improváveis em lugares improváveis para chamar seus eleitos e reunir sua amada Igreja. O Senhor não despreza os mais desprezíveis e insignificantes servos do seu povo. Ele trabalha com pequenos átomos para revolucionar comunidades inteiras. É preciso clamar a Deus por sua visão, sem a qual não haverá ânimo verdadeiro.

É normal para o mundo pensar em termos de status e títulos, o mundo busca reconhecimento e destaque. E isso tem influenciado muitos cristãos. A busca pelo reconhecimento é uma armadilha sedutora. Ouça: Deus ama o menor e mais simples discípulo, Ele não vê superficialmente, mas vê o coração e visita com alegria os quebrantados. Não há necessidade maior do que ser um simples servo de Cristo para Deus. O Pai deseja um relacionamento de verdade com seus filhos, nada mais. Não coloque seu orgulho, auto-suficiência e tradição entre seu relacionamento real com Deus. Cristo quer servos integralmente, sem hipocrisias e sem reservas. Lembrando que nossa capacidade vem de Deus. — Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus. 2 Coríntios 3:5.

Faça o que poucos fazem: o básico; o fundamental. Quanto mais um servo de Cristo quer ser útil, mais ele descobre como é difícil ser simples. É fácil desviar-se do caminho com muitas luzes ofuscando a visão. Mas ninguém pode impedir você de seguir seu chamado, nem legiões de demônios ou homens. Junte-se ao exército de servos anônimos e morra como um desconhecido indigente para o mundo, se necessário, mas não busque glórias humanas. Busque em primeiro lugar a aprovação dAquele que vê em secreto. Busque servir a Deus em lealdade, com diligência, amor, abnegação e finalidade. Isto é o mais simples e difícil.

Tenha fidelidade ao seu chamado e à verdade. Aceite com humildade e alegria o lugar determinado por Deus, quer este lugar seja de destaque ou não. Sirva sem murmuração, mas com alegria de coração. O Senhor deu dons a indivíduos de carne e osso para que sirvam, para que multipliquem, frutifiquem. Não se torne negligente, mau e infiel. Os campos estão prontos para a colheita, é preciso visão para enxergar e vocação para ouvir e obedecer. — Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. João 15:14.

Que Deus capacite você a usar sua vocação para glória dEle.

“Deus está procurando pavios para queimar. O óleo e o fogo são gratuitos”. (Hudson Taylor, missionário inglês na China).

Raniere Menezes

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