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O “Livro de Concórdia”, ou “Fórmula de Concórdia”, é um documento oficial e confessional que os luteranos têm como base interpretativa das Escrituras oficial de questões que foram polêmicas entre os luteranos no século XVI e ressoam até hoje entre as congregações e paróquias luteranas pelo mundo. Este documento é fruto de décadas de debates de luteranos de vertentes e pensamentos diferentes, que aconteceu no século XVI, aonde foram definidos pontos de Concordância (Concórdia) entre os cristãos adeptos da fé luterana.

Conheça abaixo a Fórmula de Concórdia das Igrejas Luteranas, texto extraído e adaptado do blog Teoligado: Continuar Lendo »

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Hoje em dia no Brasil há uma briga muito grande entre irmãos por causa de política. Bom, na Igreja Cristã sempre houve brigas entre irmãos, sempre há o pecado nos assediando e sempre cedemos às tentações de querer nos auto-afirmar sobre os outros, ou à tentação da intolerância e egoísmo e nos fechamos a entender os motivos de nosso irmão em Cristo ter sua opinião política, esquecemos que o mesmo sangue que nos lava lavou a ele também, que o mesmo espírito que nos aperfeiçoa, aperfeiçoa a ele também, ou aproveitamos a oportunidade para nos auto afirmar e mostrar nossa “sabedoria” e “pensamento evoluído” sobre o assunto quebrando o pau e esculachando gente que é da mesma família cristã que a nossa. É sempre assim. Se é não por um motivo, é por outro. Se não houver motivo, a gente inventa um. E uma das bolas da vez é a política. Durante a Reforma, não foi diferente, houve muita discussão e debate a respeito, até mesmo guerras e assassinatos entre irmãos na mesma fé por causa disso. Vamos entender o que houve.

Um dos pontos trabalhados pela Reforma foi a questão da relação entre a Igreja Cristã e o Estado. Na Igreja Católica, o Chefe da Igreja, o Papa é superior aos chefes de Estado. Segundo eles Deus é o Rei da terra, então é natural que o chefe da Igreja seja representante de Deus entre os estadistas também. Com as reformas que aconteceram durante a reforma protestante  (Isso mesmo! ReformaS! Não houve uma só. Cada região teve um estilo diferente de buscar por reformas na Igreja, com características diferentes e doutrinas diferentes), as pessoas não estavam mais sob obrigação de obedecer os mandos e desmandos dos padres, bispos, cardeais e do Papa, então se perguntavam se essa desobrigação também se estendia ao Estado.

Lembrando que na época o sistema na maioria da Europa era o feudalismo e as pessoas deveriam obedecer príncipes, reis, conselhos, enfim, cada região tinha seu sistema organizacional, alguns eram monarquistas, outros principados, outros mais democráticos, cada lugar tinha sua própria forma de governo e cada país tinha seus “feudos” (cidades, principados, reinos, condados, etc), por isso certos países, como a Suíça e a Alemanha,  não adotaram a Reforma Protestante na totalidade de seu território, na época. E lembrando também que as pessoas ainda não tinham bíblias e a maioria era analfabeta, então não tinham acesso às Escrituras sagradas e não sabiam por si mesmas a doutrina cristã, mas tinham que aprender dos clérigos e pregadores sobre as Escrituras, por isso não sabiam direito o que fazer a respeito do Estado.

As Reformas (Luterana, Zwingliana/Calvinista, Anabatista e Anglicana) deram respostas diferentes para essa questão, vejamos:

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Neste programa da Cristo Para Todos, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, uma reflexão de algumas pessoas que têm a Bíblia como regra de fé e prática sobre o assunto. Confiram:

 

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“um homem que é justificado ainda não é um homem justo, mas está no próprio processo de mover-se em direção à justiça” – Martinho Lutero.

A definição de Legalismo que uso aqui é a popular, que é tentar se salvar, ou ser melhor que os outros, através da Lei.

Muito jovens e adolescentes estão sendo atraídos pelo legalismo, por regras rígidas de comportamento, de culto religioso, de pensamento político, enfim, eles parecem confusos neste mundo confuso e se deixando levar por propostas que aparentemente traduzem a religião cristã, com suas propostas regeneradoras e transformadoras de santidade, em algo muito mais estreito do que já é, para que (teoricamente) só um grupo muito pequeno de pessoas possa ser salvo, mas que na verdade fogem da santidade bíblica, mas pregam um ascetismo impossível de ser cumprido, ou seja, com regras não unânimes e concordes entre elas, ignoram o Evangelho, a História da Igreja e colocam regras que só levam à perdição, não à salvação.. Além do fato de que cada sub-grupo legalista tem suas regras próprias, ou seja, é impossível evoluir segundo o legalismo.

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Autor: Matt Perman

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado…” (João 3:17-18). A Bíblia ensina que toda pessoa é culpada de pecado. Pecado é escolher antes o nosso próprio caminho do que o de Deus; é rebelião contra Deus; e num sentido real é um ataque contra a santidade de Deus. Porque Deus é justo e reto, bem como amoroso, Ele não pode meramente fazer vistas grossas para o nosso pecado. Poderia Deus ser realmente justo se Ele não fizesse nada sobre os ataques contra Sua santidade?

A Bíblia ensina que nossos pecados merecem a penalidade de morte. Visto que todos pecaram, isto significa que todos são merecedores do julgamento de Deus no inferno. Por causa do Seu amor, Deus enviou Seu Filho Jesus para nos salvar deste julgamento. Ele morreu na cruz em nosso lugar para pagar a penalidade de nossos pecados. Sendo julgado em nosso lugar, Jesus satisfez a justiça de Deus e fez possível para nós o receber o perdão [NT: isto é, Deus não poderia perdoar sem uma satisfação da Sua justiça].

Deus fez tudo que era necessário para nos resgatar da penalidade de nossos pecados. Nós temos a responsabilidade de responder à livre oferta de perdão de Deus voltando-nos de nossos pecados e confiando em Jesus para nos perdoar e nos dar a vida eterna. A penalidade para os nossos pecados deve ser paga. Aqueles que não aceitam a Jesus e Sua obra sobre a cruz devem pagar, eles mesmos, esta penalidade no inferno por toda eternidade.

O assunto do inferno é deveras muito difícil e aterrorizador. Todavia, ele é um claro ensino da Bíblia e necessita ser entendido; não podemos ignorar os fatos sobre algo que Deus revelou simplesmente porque ele é desconfortável. Este artigo foi escrito para encorajar nosso entendimento e para esclarecer muita confusão sobre este importante assunto.

Ainda é difícil de entender direito o porque, mas toda vez que uma pessoa se identifica como *Calvinista entre evangélicos, as reações são quase sempre de repulsa, estranhamento, preconceito e até mesmo de agressividade. Parece que o simples fato de levantar uma bandeira hoje, nesses tempos pós-modernos onde relativismo é lei, inclusive entre cristãos, ofende qualquer “cidadão de bem”, geralmente resistente a qualquer alteração de status quo social vigente. Não estou fazendo “vitimismo” com os calvinistaa, até porque atualmente sou luterano e biblicamente a aceitação ou não do calvinismo não é relevante para a salvação. Calvinismo é uma fortíssima forma bíblica de pensar o cristianismo, considerada a mais bíblica pelos seus adeptos (por isso aderem ao calvinismo.. Dã!), mas o fato é que a salvação é totalmente pela graça (Ef. 2:8-10) e que somos iguais perante o Senhor Deus (Atos 10:34/ Rom 3:23), então a tentativa de ser mais bíblico ou mais “santo” não torna ninguém mais agradável a Deus, nem superior a ninguém, pois todos precisamos da graça comum, distribuída a todos, e da graça salvadora do Senhor, distribuída a seus eleitos que em nada têm algum mérito para isso para que se possa comparar com outra pessoa.

Eu vejo que hoje ser “calvinista” ou “neo-calvinista” é até uma moda entre evangélicos brasileiros, principalmente entre universitários que estão em plena efervecência acadêmica e se encantam com os argumentos dos teólogos calvinistas. Talvez por ser moda, muitos estão usando a fé reformada como forma de auto-afirmação, sendo arrogantes e agressivos com os outros, mostrando que eles estão certos e todos os outros estão errados. Vejo muito disso em redes sociais, blogs, etc.. Confesso que isso me irrita muito também..

Muitos, querendo não tomar parte dessa briga idiota toda entre variantes teológicas que podem coexistir muito bem, mesmo sendo opostas e opostas entre si (o cristianismo encanta pela diversidade, não?), dizem que são “neutros” e usam a passagem bíblica onde Paulo repreende os coríntios que conflitavam entre si sobre quem seria o melhor pregador e se diziam discípulos do que consideravam melhor, fosse Paulo, fosse Apolo. Segue abaixo a repreensão de Paulo:

Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais?

Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um? (1 Cor 3:4,5)

Dizem que ao tomar partido entre Calvinismo e Arminianismo, estamos nos comportando como os coríntios que tinham esse tipo de divisão. Bom, essa não é a verdade. Vejamos.

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confiram os vídeos

Nessa série de vídeos abaixo, comento sobre a nossa posição de defender que as igrejas neopentecostais não são protestantes.

Essa não é uma questão de denominação, mas uma questão bíblica e crucial, porque boa parte dos neopentecostais estão indo para o Inferno. Não estão indo para o inferno por não fazerem parte de denominações historicamente protestantes, não é isso. Lembrando também que pentecostais são protestantes,estou me referindo aos NEOpentecostais, movimento sectário que surgiu do pentecostalismo, mas se separou dele e do cristianismo em geral (confira os vídeos). Há neopentecostais que estarão lá no céu, assim como católicos, ortodoxos e todos aqueles que crêem em Jesus como mostra as Escrituras, pois é somente pela fé (sola Fide) que somos salvos, não por obra nenhum incluindo uma filiação religiosa, coisa que muitos neopentecostais defendem uma filiação denominacional para a salvação, e nós negamos.

Se a pessoa está numa denominação neopentecostal, mas não leva 100% a sério os discursos hereges do neopentecostalismo, como a teologia da prosperidade, a mediação de pastores/apóstolos/etc junto a Deus (porque só Jesus é o mediador – 1 Tim 2:5), se ela rejeita qualquer “palavra profética” que esteja em desacordo com as escrituras, enfim, se mesmo inconscientemente do termo e da história, ela crê nos 5 Solas pelos quais os cristãos pela história morrem por não negar, ou seja, somente na salvação pela fé e não por obras, somente na graça como agente de relacionamento com Deus, não algum merecimento (campanhas, sacrifícios, etc) como barganha com Deus; somente nas escrituras como palavra de Deus, ao invés de “palavra profética” e “palavra apostólica”, somente em Jesus como mediador entre Deus e os homens, não falsos apóstolo/profeta/pastor/missionário/bispo/etc; e se a vida dela tem Deus e sua glória como significado, então elas estão salvas, mesmo que mal informadas ou equivocadas em seu relacionamento com Deus e com a Bíblia, porque não é pelo conhecimento que somos salvos, mas pela fé e a fé verdadeira no Filho de Deus, conforme atestam as Escrituras..

Porém, se a pessoa é 100% devota às mentiras do neopentecostalismo e deliberadamente nega o filho de Deus conforme Ele veio ao mundo se apresentar e é declarado nas Escrituras, preferindo as promessas heréticas do neopentecostalismo, ela já está condenada. A palavra “Cristo” ou “Messias” signficam a mesma coisa: “Ungido”. Jesus é o ungido de Deus e é Ele que não deve ser tocado, maltratado, nem desprezado. Somos também ungidos, todos na mesma proporção entre nós, sem mais ou menos unção entre nós, em Jesus (1 João 2:20-27), somente Jesus é ungido de maneira mais especial (infinitamente mais especial) do que nós, MAIS NINGUÉM!! Quem se coloca na posição de “ungido” se comparando a Jesus, como se fosse mais especial que Ele, ou especial ao nível dEle, então O nega também.

As escrituras são enfáticas:

Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. 2 João 2:9
Qualquer que nega o Filho, também não tem o Pai; mas aquele que confessa o Filho, tem também o Pai. 1 João 2:23
Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho. 1 João 2:22
E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo. 1 João 4:14

Jesus foi enfático:

Quem crê nele (em Jesus mesmo) não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus.
João 3:18

Enfim tenha compaixão de seus amigos e parentes neopentecostais, não seja egoísta e queira “aliviar” para o lado deles, se eles estão enganados pelo neopentecostalismo. Muitos deles já estão salvos, já foram eleitos para a salvação e não sabem disso ainda, sofrendo em enganos e heresias e é dever de quem diz que ama o próximo dizer a verdade para essas pessoas.

Se você tem dúvidas sobre essa verdade, ou quer aprender mais sobre a diferença entre o Neopentecostalismo e o Protestantismo, acompanhe esses vídeos:

Parte 1

Parte 2

Especial sobre Protestos em eventos neopentecostais

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